O amor e a solidariedade contagiaram o Auditório do Hospital Fêmina (HF) na manhã desta quinta-feira, 11 de maio. Trata-se da segunda edição da atividade Viva La Vita, em alusão ao programa de informação e assistência que leva o mesmo nome. Promovida pela Associação Voluntária do Amor (AVA), a celebração tem a intenção de proporcionar um ambiente de lazer, reflexão e amizade às pacientes com câncer.
“Nós queremos integrar a mulher à sociedade, como um ser que se ama. Que elas aprendam a se valorizar e se conhecer. Além de fornecermos orientações sobre a doença, o tratamento, suas etapas e a vida posterior a isso”, explicou Marli Massaú, coordenadora da AVA, que presta auxílio a pacientes oncológicos do hospital, em ato que deu início às atividades do evento.
O gerente de internação do HF, Eduardo Neubarth Trindade, reconheceu a importância do trabalho realizado durante o ano pelas voluntárias da AVA e se colocou à disposição da equipe. “A gente sabe que esse amparo que vocês prestam reflete em nós também, porque acabamos sendo reconhecidos, o que para nós é uma honra e nos faz querer cada vez mais que essa atividade continue acontecendo”, disse Trindade.
Jaqueline Barbosa, que no evento representou a gerente de Administração do HF, Denise Braga, agradeceu às voluntárias pelo trabalho realizado na instituição. “Muito obrigada por esse amor gratuito que vocês passam, porque hoje nós precisamos muito disso”, enfatizou.
Logo após a mesa de abertura, a psicóloga Valéria de Carvalho Fagundes ministrou uma palestra intitulada “Empoderamento Feminino”, que propôs aos presentes momentos de reflexão e buscou proporcionar autoconhecimento. O evento contou com diversas atividades, como as oficinas de turbante e maquiagem e corte de cabelo, apresentações musicais e sorteio de brindes.
Associação Voluntárias do Amor
A convite do Serviço de Mastologia do Hospital Fêmina, em 2003 a Associação Voluntária do Amor iniciou seu trabalho no hospital. Composto por 19 mulheres, o grupo é coordenado por Marli Massaú e busca prestar suporte emocional às usuárias mastectomizadas, mas, a pedidos, o trabalho por elas realizado se estendeu aos demais setores do hospital.
Créditos: Graziella Silva.