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05.06.2017 SEGURANÇA

GHC efetiva ação preventiva de segurança no Posto de Saúde Jardim Leopoldina

Protocolo da Cruz Vermelha Acesso Mais Seguro (AMS) aplicado visa garantir proteção aos usuários e profissionais do Sistema Único de Saúde nos territórios vulneráveis ou em situação de violência
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Unidades de saúde contam com vigilância física e monitoramento por sistemas de alarme.

O protocolo da Cruz Vermelha Acesso Mais Seguro (AMS) visa garantir proteção aos usuários e profissionais do Sistema Único de Saúde nos territórios vulneráveis ou em situação de violência

Após tentativa de assalto ocorrida na última semana na Unidade de Saúde Jardim Leopoldina, da Gerência de Saúde Comunitária do Grupo Hospitalar Conceição, foi aplicado o protocolo da Cruz Vermelha Acesso Mais Seguro. Considerando que a ocorrência provocou o fechamento do posto de saúde na tarde de quarta-feira, 31 maio, as medidas são preventivas e visam preservar a segurança dos usuários do SUS e profissionais de saúde.

"O fato foi comunicado aos órgãos de segurança e Brigada Militar, com objetivo de reforçar a segurança pública nas imediações da unidade de saúde", disse a gerente de Saúde Comunitária do GHC, Lândia Maria Araújo Cunha.

A Gerência de Saúde Comunitária do GHC informa que disponibiliza vigilância física e monitoramento por sistemas de alarme, que são prestados por empresas terceirizadas, para resguardar profissionais, usuários e patrimônio. Além disso, o GHC está desenvolvendo um trabalho em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre e com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) de proteção do acesso à saúde em contextos de violência.

A estratégia do Acesso Mais Seguro tem como objetivo identificar os riscos a que as equipes de Saúde da Família estão expostas, estabelecer procedimentos que previnam os incidentes de segurança e reduzir as suas consequências, facilitando o acesso à saúde da população.

Um bom indicador dos primeiros resultados com as equipes que já desenvolveram o trabalho de normas e planos operacionais de segurança, visando a proteção dos profissionais de saúde, bem como os usuários do serviço, é que 50% das equipes já foram capacitadas. Conforme Lândia, os trabalhos começaram nas unidades com situação mais vulnerável.

Outro bom indicador de qualidade é a diminuição dos sintomas de stresse e ansiedade entre os profissionais, por produzir maior segurança e proximidade com seus territórios, identificando, classificando e gerenciando os sinais de riscos.

Créditos: Ocimar Pereira