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14.06.2017 ENSINO E PESQUISA

Primeira Defesa Pública de Mestrado Profissional do GHC avalia a implementação do e-sus

Trabalho levantou comparações temporais e dificuldades de acesso do sistema de informação na atenção básica
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A mestranda Moara Ailane Thum apresentou o trabalho no Auditório Jahyr Boeira de Almeida.
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A mesa de abertura foi composta pelo diretor técnico Mauro Sparta (C), pelo gerente de Ensino e Pesquisa Geraldo Jotz (D) e pelo co-orientador do trabalho de conclusão, Júlio Baldisserotto (E).
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Funcionários e o corpo docente da Gerência de Ensino e Pesquisa compareceram à apresentação.
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A banca de avaliação contou com professores doutores do GHC e da UFRGS.

O trabalho de conclusão de curso intitulado “Utilização da tecnologia e-sus no registro de procedimentos da atenção básica nos municípios brasileiros” conferiu a primeira sessão de defesa do Mestrado Profissional em Avaliação e Produção de Tecnologias para o SUS (PPGATSUS) do Grupo Hospitalar Conceição. A autora, Moara Ailane Thum, apresentou-o na manhã desta quarta-feira, 14 de junho, no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, no Centro Administrativo GHC.

“A direção reconhece e verencia esse novo patamar do ensino e da pesquisa no GHC”, declarou o diretor técnico do Grupo, Mauro Sparta, na abertura do evento. Segundo ele, dar continuidade a realizações como esta é uma premissa da instituição.

Para o gerente de Ensino e Pesquisa do GHC, Geraldo Jotz, o corpo docente do programa de mestrado conta com grandes pesquisadores e professores, além de uma dedicação ímpar na promoção da qualidade de ensino no Grupo. “Não poderia ser de outra forma”, afirmou ele sobre a consolidação do PPGATSUS. O co-orientador do trabalho de conclusão, Júlio Baldisserotto, disse sentir imensa satisfação e orgulho em presenciar a nova fase da produção técnica-científica do GHC. “Um marco histórico”, definiu o professor.

A defesa voltou-se à implementação da ferramenta e-sus no registro de procedimentos da atenção básica em municípios brasileiros. Segundo Moara, empreendimentos como este, geridos por políticas governamentais, requerem constante monitoramento e avaliação dada a sua dimensão.

O e-sus não foi o primeiro sistema informatizado de atenção básica. Desde que foi lançado, em 2015, teve uma série de conquistas e dificuldades no acesso. A fim de contextualizar sua análise, Moara traçou uma trajetória dos sistemas de informação que o precederam. Constando que mudanças proporcionaram menos falhas nos registros e menos variáveis desatualizadas.

Segundo ela, os processos de trabalho desses sistemas consistem em “Aproximar as informações de quem as produzem”. Para isso existem métodos como Coleta de Dados Simplificada (CDS) e o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). A fruição do e-sus depende da adesão dos municípios aos métodos que dispõe e suas condições sociais.

Professores doutores do GHC e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) compuseram a banca de avaliação após a apresentação do trabalho. Segue abaixo os componentes.

Banca

Profª. Drª Adriana Roese - UFRGS
Profª. Drª Claunara Schilling Mendonça - GHC
Prof. Dr. Sergio Sirena - GHC
Prof. Dr. Roger Keller Celeste – UFRGS/Orientador
Prof. Dr. Júlio Baldisserotto – PPG ATSUS-GHC/UFRGS/coorientador

Créditos: Lorenzo Leuck