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07.08.2017 EDUCAÇÃO PERMANENTE

Cuidados com quem Cuidamos é tema de curso no HCC

Formação aborda aspectos do serviço social, gerenciamento de risco, controle de infecção e luto
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Profissionais dos mais diversos setores compareceram ao primeiro encontro do curso.
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A assistente social Inelva Miotto falou sobre os aspectos do Serviço Social do HCC.
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A gerente de Administração do HCC, Eliana Bender, apresentou a proposta para os funcionários inscritos.

Já está em andamento o terceiro módulo do Curso de Educação Permanente do Hospital Criança Conceição (HCC), intitulado "Cuidados com quem cuidamos". A gerente de Administração do HCC, Eliana Bender, apresentou-o para os funcionários inscritos nesta segunda-feira, 7 de agosto, no anfiteatro do hospital.

"Devemos ter um olhar muito atento ao nosso fazer", afirmou Eliana, incentivando o público presente a se questionar por que trabalha em um local de saúde. "Atendemos pessoas nos piores momentos da vida, isso se torna ainda mais difícil aqui no HCC, por se tratar de crianças", disse a dirigente, que ainda refutou a noção de que "assistência" é um segmento isolado no hospital. "Todo nós fazemos parte e somos responsáveis pelo tratamento dos pacientes", declarou ela.

O primeiro painel do programa, voltado aos aspectos do Serviço Social, foi apresentado pela assistente social do HCC Inelva Miotto, que complementou a fala de Eliana exibindo um vídeo sobre a importância do trabalho em equipe.

Inelva então falou sobre "O que faz, Como faz e Por que faz" o Serviço Social, formado por cinco assistentes sociais e uma administrativa. "Cada uma trabalha com um enfoque diferente, seja na internação, no ambulatória, com crianças ou adolescentes", contou ela.

Segundo Inelva, uma das funções centrais é o acolhimento, que começa com trazer pacientes e familiares a um local que possam se sentir seguros e serem escutados. O que também implica investigar se há maus tratos e situações de negligência nas famílias.

Como conta a palestrante, esse trabalho não se restringe ao momento em que os pacientes estão internados. "Garantimos que a criança saia do hospital com o mínimo de recursos necessários para ficar bem em casa", explica ela, que exemplifica: quando um paciente com grave doença respiratória precisa de tubo de oxigênio e a família não tem condição financeira para adquiri-lo, as assistentes sociais não só encaminham um pedido para a Secretaria da Saúde, como avaliam se realmente há condições de alta, vendo se há luz, gás, e um ambiente adequado na casa para isso.

Em seguida, os próximos painéis do módulo:

14/8 - Gerenciamento de Risco, conduzido por Adriane Besckow

21/8 - Controle de Infecção Hospitalar, conduzido por Márcia Marchesan

28/8 - Luto, conduzido por Eliana Barros

Créditos: Lorenzo Leuck