Aconteceu na noite de ontem, 24, no auditório do Hospital Cristo Redentor, o primeiro retreinamento dos pacientes com AVC Porto Alegre, direcionado aos técnicos de enfermagem, enfermeiros, médicos residentes e médicos para atendimentos de urgência e emergência dos pacientes com Acidentes Vascular Cerebrais, promovidos pela Rede Brasil AVC do Ministério da Saúde (MS).
A capacitação contou com a presença do diretor médico do Hospital Cristo Redentor (HCR), João Albino Potrich e da coordenadora de enfermagem do HCR, Maria Isabel Batista e contou com participação de 110 profissionais, durante a realização da atividade com o total de três horas de capacitação profissional do Grupo Hospitalar Conceição (GHC).
A médica neurologista, Kelin Cristine Martin ministrou a aula de treinamento, direcionada aos médicos da emergência, neurocirurgiões, clínicos que atendem aos pacientes com AVC, enfermeiros e técnicos de enfermagem.
No Rio Grande do Sul, a coordenação Estadual das Urgências e Emergências é feita pelo médico, Roberto Schlindwein, que trabalha integrado com o Centro de Atendimento de Urgências aos pacientes com AVC. A ação de retreinamento no país é coordenada pela médica, Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC.
"O objetivo do treinamento foi possibilitar a capacitação dos profissionais do Hospital Cristo Redentor, que prestam assistência ao paciente acometido pelo AVC", salientou o diretor médico do HCR, João Albino Potrich.
Rede Brasil AVC
As doenças cerebrovasculares estão no segundo lugar no topo de doenças que mais acometem vítimas com óbitos no mundo, perdendo a posição apenas para as doenças cardiovasculares. As pesquisas indicam que esta posição tende a se manter até o ano de 2030.
A Linha do Cuidado do AVC, instituída pela Portaria MS/GM nº 665, de 12 de abril de 2012, e parte integrante da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, propõe uma redefinição de estratégias que deem conta das necessidades específicas do cuidado ao AVC diante do cenário epidemiológico explicitado, bem como de um contexto sociodemográfico considerável, a exemplo do aumento da expectativa de vida e consequentemente o envelhecimento da população, aumentando os fatores de risco e dimensionando mais ainda o seu desafio no SUS.
A iniciativa é produto de esforços conjuntos do Ministério da Saúde, das sociedades brasileiras e de outras parceiras que militam na melhoria da atenção ao AVC no SUS: Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, Academia Brasileira de Neurologia, Rede Brasil AVC e Associação Médica Brasileira.
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http://www.redebrasilavc.org.br/para-profissionais-de-saude/manual-de-rotinas/
Créditos: Ocimar Pereira