O Auditório Jahyr Boeira de Almeida foi palco da palestra "As Células-tronco em Associação com a Nanomedicina para a Engenharia de Tecidos", nesta quinta-feira, 28 de setembro. Promovida pela Comissão Especial de Políticas de Promoção da Acessibilidade e Mobilidade do Grupo Hospitalar Conceição (CEPPAM/GHC), o evento buscou apresentar pesquisas realizadas com Células-Tronco.
O diretor técnico do GHC, Mauro Sparta, demonstrou seu interesse por novos conhecimentos. “Eu como médico renovei minhas esperanças quando as pesquisas com células-tronco entraram em evidência”, frisou ele. Sparta ainda destacou o orgulho com as ações realizadas no Grupo: “Estamos felizes com a área científica, com inovações e a inquietude dos nossos profissionais, que estão sempre em busca de melhorias e soluções para melhor atender nosso público-alvo, nossos usuários”, afirmou.
O gerente de apoio do Hospital Conceição, Sandro Roberto Franciscato, cumprimentou a equipe da CEPPAM/GHC e tratou o assunto como de grande relevância. “O GHC tem por lei a contratação de pessoas com deficiência, o cuidado com o trabalhador, com o usuário que acessa nossos serviços. Vocês estão de parabéns. Que tenhamos um bom painel e uma boa discussão”, finalizou.
Presente na mesa de abertura, a presidente da CEPPAM/GHC, Maria Salete Verdi da Silva, falou sobre como a comissão trabalha. “A nossa função é assessorar o GHC, a diretoria, a gerência, os usuários não só com deficiências, mas com pessoas que têm mobilidade reduzida temporária, obesos e grávidas”, explicou. De acordo com ela, a CEPPAM conta com uma equipe multidisciplinar composta por 12 profissionais, preparados para atender aos funcionários e usuários do Grupo. “Quando se fala em acessibilidade, falamos para todos, porque nós estamos propensos a torcer o pé e precisar”, afirmou a presidente. Maria ainda comentou as vitórias em questões de ambiência, como no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, onde existe assento para obeso, espaço para cadeiras de rodas e tomadas para carregar as baterias delas.
Palestra
Para abordar o assunto, a convidada foi a médica Laura Elena Sperling. “Existe sim esse tipo de esforço no Brasil, pesquisas de ponta que se igualam às que são realizadas no mundo”, salientou a palestrante, que durante o painel definiu as células-tronco como organismos capazes de fazer tudo, isto é, agir em diversas partes do corpo humano, atuando da maneira solicitada. “Nós só precisamos mostrar o caminho às células-tronco, e é isso que estamos pesquisando, sobre como guiá-las, sobre como agir efetivamente a ponto de termos os resultados esperados”, completou.
Créditos: Graziella Silva.