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22.01.2018 TRANSPLANTES

Cihdott do GHC captou 31 Múltiplos Órgãos em 2017

O Grupo Hospitalar Conceição é referência no Estado nesta área
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Glacy Maria Piccinini e José Luís Toríbio Cuadra comemoram resultados.

O trabalho realizado pela Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes do Grupo Hospitalar Conceição (Cihdott/GHC) vem trazendo bons resultados na captação de órgãos. Prova disso foi o destaque nos dois últimos anos como um dos maiores captadores de córneas do Rio Grande do Sul. Em 2016, o Hospital Conceição (HNSC) foi o maior captador de córneas do Estado e, no ano passado, ficou em segundo lugar.

Ao longo de 2017, o GHC captou 80 córneas: 57 delas pelo Hospital Conceição e 23 pelo Hospital Cristo Redentor (HCR). Em toda a instituição, a captação de múltiplos órgãos foi de 31 e a de pele, 16. No mesmo ano, a Cihdott do HCR conquistou o certificado de Incentivador da Vida, concedido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Saúde, em setembro, devido ao destaque na área de captação de órgãos e transplantes. A honraria foi entregue pelo governador José Ivo Sartori e pelo secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, ao membro da Cihdott/HCR Manoel Nelson, acompanhado do coordenador das Cihdotts do GHC, José Luís Toríbio Cuadra.

“Todos os anos, a Central Estadual de Transplantes faz uma menção honrosa às equipes de hospitais que participam do processo dos transplantes. O sucesso do trabalho no GHC nos dá segurança que estamos no caminho correto”, relata o coordenador José Luís Toríbio sobre a relevância do certificado de Incentivador da Vida.

O papel da Cihdott vai além do cuidado com o doador. Para o coordenador, é importante que a família compreenda o valor da doação de órgãos: “Nós acolhemos as famílias, explicamos a situação e o protocolo e oferecemos a possibilidade de doação. Se a família aceitar, o que geralmente acontece, encaminhamos o paciente para o processo de retirada dos órgãos. Depois estes são avaliados para chegarem ao receptor que necessita do transplante”, explica.

“Não fazemos uma entrevista de convencimento com a família, oferecemos uma oportunidade para ela proporcionar vida à outra pessoa. Ela vai ser acolhida e receber todas as orientações”, conta a vice-presidente da Comissão de Transplantes do HNSC, assistente social Glacy Maria Piccinini, responsável pela equipe da instituição. “Existe muita transparência e clareza de todo o procedimento da doação de órgãos, o que nos coloca em posição de confiabilidade junto à família”, ressalta Glacy.

“Todos os envolvidos no comando da Cihdott fazem diferença no nosso trabalho. Existe uma frase: ‘quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai em grupo, chega mais longe’. Esse é um trabalho de grupo, cada um tem o seu papel, trabalhamos todos juntos, nos ajudando para que uma família, nesse momento delicado, possa ter opções, que é dar vida a outras pessoas”, finaliza José Luís Toríbio.

Créditos: Guilherme de Faveri.