Uma visita foi realizada no final da manhã desta quarta-feira, 7 de março, pela diretora-superintendente do Grupo Hospitalar Conceição, Adriana Denise Acker, acompanhada do diretor técnico do GHC, Mauro Sparta, ao canteiro de obras do Centro de Hematologia e Oncologia localizado, na antiga Praça Sady Conceição, área ao lado do Hospital Conceição desafetada pela prefeitura.
Durante a visita os diretores do GHC acompanharam o trabalho de limpeza do terreno e abertura das cavidades onde serão inseridas as fundações da nova unidade hospitalar do Rio Grande do Sul para tratamento dos pacientes diagnosticados com câncer. "A obra, além de gerar um tratamento qualificado de saúde aos pacientes do SUS, também está proporcionando a criação de novos postos de trabalho na construção civil", disse a superintendente do GHC, Adriana Denise Acker, ao lado do representante da empresa Sial, vencedora da licitação.
A obra deve durar aproximadamente dois anos. O prédio terá 14.773,75 metros quadrados, divididos em seis pavimentos, contará com abastecimento de uma moderna e compacta subestação de energia do GHC, inaugurada pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, no dia 8 de fevereiro. "A obra do Centro de Hematologia e Oncologia está sendo realizada dentro do prazo previsto no cronograma. A nova edificação vai atender aos anseios da sociedade que precisa de um tratamento qualificado pelo Sistema Único de Saúde", salientou o diretor técnico do GHC, Mauro Sparta, durante a visita.
O Centro de Hematologia e Oncologia do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) contará com investimento de R$ 100 milhões para a obra, a nova unidade hospitalar terá 94 leitos, ampliando o atendimento aos pacientes com câncer pelo SUS.
Mas desde novembro do ano passado já está instalada na área uma subestação de energia que vai abastecer a nova estrutura e permitir a ampliação dos serviços do hospital. Com previsão de conclusão em três anos, o centro oferecerá sessões de radioterapia, uma ala para reabilitação e ala para prevenção. Estima-se o atendimento de 1,8 mil pacientes em radioterapia, 80 transplantes de medula e 600 reabilitações.
Hoje, uma em cada quatro pessoas que ingressam na emergência tem diagnóstico de câncer. A instituição para tratamento dos casos diagnosticados com câncer funcionará em prédio de seis pavimentos, com área de 14 mil metros quadrados. Deve oferecer rastreamento, diagnóstico precoce, consultas especializadas, atendimento multiprofissional e tratamento com cirurgia, radioterapia, quimioterapia e cuidados paliativos. Área de internação e área de convivência.
Créditos: Ocimar Pereira.