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22.03.2018 COMBATE À TUBERCULOSE

Tuberculose é tema de palestra na US Conceição

Profissionais de saúde falaram para os usuários da unidade
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Enfermeira Fernanda Oliveira Vitelli Gamarra dos Santos e médico Maurício Canez Pires expuseram as orientações para o público.
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Transmissão e tratamento da tuberculose foram abordados.

Uma palestra sobre tuberculose proporcionou atividade educativa para os usuários da Unidade de Saúde Conceição, nesta quinta-feira, 22 de março, reunindo cerca de 20 pessoas na sala de espera da unidade. Foi realizada pelo médico Maurício Canez Pires e pela enfermeira Fernanda Oliveira Vitelli Gamarra dos Santos, que abordaram o conceito da doença, sua transmissão e tratamento.

A palestra ocorreu pela manhã e tarde. O médico Maurício Pires comentou que poucas pessoas têm conhecimento sobre a doença, sendo que a população de Porto Alegre é a segunda do Brasil, atrás de Manaus, com maior número de pessoas contaminadas. “A tuberculose é uma doença muito comum hoje em dia principalmente no Brasil, e não estamos conseguindo controlar sua disseminação, que é transmitida de pessoa para pessoa pelo ar”, explicou Pires.

O tema foi alusivo ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, 24 de março. A enfermeira Fernanda dos Santos ressaltou que é preciso enfatizar que a tuberculose tem cura. “A importância da palestra é para que os usuários saiam daqui sabendo identificar os principais sintomas da doença e que compartilhem o conhecimento que eles vão aprender, para que outras pessoas possam identificar também”, comentou Fernanda.

O médico Maurício Pires contou que as pessoas demoram em procurar atendimento, pois os sinais demoram para aparecer. “Os sintomas são insidiosos, os principais são tosses secas, perda de peso e sudorese noturna. Pacientes com doenças sexualmente transmissíveis também têm mais chances de contrair a doença, pela baixa imunidade presente no corpo”, contou o médico.

A tuberculose é diagnosticada e tratada somente pelo SUS, o paciente pode fazer uma avaliação nas próprias unidades de saúde. Quem é diagnosticado com a doença recebe um tratamento que deve ser feito por, no mínimo, seis meses, diariamente sem nenhuma interrupção, mesmo com o desaparecimento dos sintomas.

Créditos: Guilherme de Faveri