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05.02.2019 PREVENÇÃO

GHC promove ação no Dia Mundial do Câncer

Instituição distribuiu material informativo sobre a doença
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Esclarecimentos de dúvidas são feitas por voluntários.
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Médico José Luiz Pedrini (E) auxiliou na campanha.
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Edi Terezinha de Araújo distribui informativos.
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Evento ocorreu em frente ao Hospital Conceição.

Foi realizada nessa segunda-feira, 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer, em frente ao Hospital Conceição, uma ação de combate à doença. O evento contou com a distribuição de materiais informativos sobre o câncer e esclarecimentos de dúvidas por voluntários presentes no local. A mobilização faz parte do World Cancer Day, evento que é organizado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC), em conjunto com a Secretária Municipal da Saúde e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama). A cidade de Porto Alegre está participando do Cancer Challenge City, competição que visa reduzir os impactos da doença e transformar as cidades em referências no tratamento da doença, sendo realizada pela primeira vez na América Latina. Além de Porto Alegre as cidade de Kigali (Ruanda) e Tbilisi (Geórgia) participam da competição.

Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o número de casos de câncer no Brasil vem aumentando ao longo dos anos. Em 2018, por exemplo, cerca de 600 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. O câncer de pele e próstata são os mais comuns, seguido pelo de mama que ocupa a terceira colocação. Segundo o chefe do Serviço de Mastologia do Hospital Conceição, José Luiz Pedrini, ações como essas praticadas no GHC são importantes para a população, por auxiliarem no combate a doença, além de tirar as principais dúvidas e o acabar com o medo da doença. “Esse evento é importante para bater de frente com a doença. Desmistificar, perder o medo e a ajudar a si próprio. Quanto antes descobrir, maior a chance de cura. Temos que terminar com essa história de câncer e morte. Câncer não é morte e nem invalidez, a pessoa pode muito bem sobreviver e ter uma boa qualidade de vida”, completou.

O diagnóstico precoce da doença é importante para se iniciar o tratamento adequado. A descoberta tardia complica a situação do paciente e diminui as chances de cura. “Começar o tratamento do tumor em sua fase inicial é a diferença entre morrer e viver. As doenças são curáveis, desde que se consiga descobrir ela no início. Depois que a doença se espalha, a cura é praticamente impossível, na maioria dos casos”, explicou Pedrini.

Os voluntários que distribuíram o material informativo sobre o câncer já passaram pela situação de ter a doença. Um dos casos é o da corretora aposentada Edi Terezinha de Araújo, que descobriu 19 anos atrás que estava com câncer de mama. "Quando eu tinha 65 anos descobri que tinha a doença. Fiz o autoexame e achei um nódulo em mim, repeti no outro braço e também achei. Fiz todos os exames necessários e logo em seguida fiz a cirurgia. Após três meses eu tive uma consulta com o doutor Pedrini e ele me convidou para ser voluntária e agora eu sou", relatou.

Créditos: Otávio Silva