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30.09.2019 TRANSPLANTES

Evento alusivo ao Dia Nacional de Doação de Órgãos é realizado no GHC

Atividades tiveram o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos
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Informativos foram distribuídos.
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Representantes da Participação Cidadã e da Cihdott tiraram dúvidas da população sobre a doação de órgãos.

Buscando promover um espaço de reflexão sobre a importância da doação de órgãos, o setor de Participação Cidadã do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em parceria com a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott/GHC), promoveu na última sexta-feira, 27 de setembro, em frente ao Hospital Conceição, uma ação alusiva ao Dia Nacional de Doação de Órgãos. As atividades contaram com a entrega de informativos e esclarecimento de dúvidas da população que transitava no hospital.

No Rio Grande do Sul, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde do Estado, foram 238 doadores em 2018. No GHC, esse número chegou a nove no ano passado, sendo que um doador pode doar até oito órgãos. O membro da Cihdott Manoel Nelson enfatizou a importância do evento e afirmou que "o GHC é a instituição hospitalar que mais capta órgãos no RS, e a comissão, por meio dos seus membros, não poderia deixar esta data passar. É importante para a população saber da importância de doar órgãos, porque ainda existe desinformação em relação ao tema".

A primeira etapa no hospital para se mostrar a vontade ou não de doar órgãos de um familiar é a entrevista com os membros da Cihdott. Nessa ocasião, é discutido junto com os familiares a vontade ou não de doar, em seguida, se for aprovado pela família, o procedimento de doação de órgãos é realizado. Em 2018, por exemplo, o Conceição teve apenas três pedidos negados, dos 11 que foram solicitados, um número que chega a quase 80%. A importância de saber a vontade do paciente em relação ao assunto e também de discutir esse tema junto das famílias é destacado pela vice-presidente do Cihdott, Glacy Maria Piccinini, ao comentar que "as pessoas tem que falar para seus familiares que são doadoras ou que querem doar, para que o processo seja conduzido da melhor forma possível, sempre respeitando a vontade do paciente e também a decisão da família. Muitas vezes, os familiares não doam por desconhecer a vontade do paciente, então orientamos que a pessoa fale para a sua família a sua intenção de doar."

Créditos: Otávio Silva