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16.10.2019 LITERATURA

Iniciado projeto Palavras no Prato

Encontros mensais propõe leitura compartilhada, reflexões e exercícios de escrita para funcionários do GHC
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A literatura como motivo mediador do encontro: participantes são convidados para lerem textos em voz alta ao grupo.
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Encontros mensais são realizados no Espaço de Convivência da Escola GHC.
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Projeto é direcionado para todos os funcionários do GHC.

Compartilhar um espaço de leitura, propor reflexões conjuntas e exercícios de escrita são as ações de Palavras no Prato. Iniciativa da Biblioteca da Escola GHC, encontrou a parceria do Grupo de Pesquisa Narrativas em Saúde do Grupo Hospitalar Conceição para sua realização. "A intenção é divulgar também a biblioteca da Escola, que está disponível para todos os funcionários e estudantes do GHC", explica a bibliotecária Luciane Benedetti da Escola GHC.

O projeto que propõe periodicidade mensal, teve nessa terça-feira, 15 de outubro, o primeiro encontro, no Espaço de Convivência da Escola GHC. O grupo foi reunido em círculo em torno da leitura compartilhada do livro "O Paraíso são os outros", de Valter Hugo Mãe. Após, foi realizado um exercício de escrita, tendo os resultados compartilhados por todos.

Direcionado para os funcionários do GHC, o projeto tem base no trabalho realizado durante a formação de doutorado da terapeuta ocupacional da Gerência de Saúde Comunitária Marta Orofino, responsável pela iniciativa ao lado da bibliotecária da Escola GHC Luciane Berto Benedetti. Em sua tese "Suspensão da Descrença: Uma intervenção de literatura no campo da saúde", a terapeuta investigou leituras e escritas compartilhadas como ferramenta na produção do cuidado em saúde. "Um desejo que temos desde o ano passado. É algo que a gente já vivenciou, mas nunca fez com grupo de trabalhadores", comenta Marta.

Sobre o horário escolhido para atividade, ao meio dia, trata-se de uma aposta a fim de entender a disponibilidade dos funcionários em participar. "A gente não precisa de um grande tempo, ou grandes e densas leituras para a literatura nos tocar e nos tornar um pouco mais sensíveis. A ideia é pegar textos pequenos em tempo pequeno que caiba no nosso cotidiano de trabalho, para a gente se encontrar e ter como motivo mediador a literatura", explicou a terapeuta ao receber o grupo do primeiro encontro.

Créditos: Bruno de Barros