Em 12 de novembro, o diretor-presidente do Grupo Hospitalar Conceição, Cláudio Oliveira, juntamente com o diretor administrativo e financeiro, Moises Prevedello, estiveram no auditório do Hospital Fêmina para apresentar ao corpo clínico, gerências e demais colaboradores a proposta de Parceria Público Privada que, conforme aprovação do Conselho de Administração do GHC, está em fase de estudo de viabilidade e modelagem em parceria com Programa de Parcerias para Investimentos (PPI) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A apresentação do diretor-presidente oportunizou aos presentes acesso a todas as fases deste estudo de viabilidade, mostrando cada etapa percorrida desde 2019 com início na avaliação do imóvel até o momento atual, fase de estudo da viabilidade do negócio. Evidenciando sobretudo o potencial estratégico desta PPP, tanto para a modernização das estruturas de atendimento, quanto otimização dos recursos.
Questionado pelos participantes quanto ao atendimento do HF no formato de PPP, o diretor-presidente ressalta que “os estudo estão sendo conduzidos para que não tenhamos redução na assistência e que sigamos com a marca de 100% SUS”. Cláudio Oliveira afirmou ainda, “temos a responsabilidade de conduzir todo o processo de estudo da concessão com transparência e atenção integral à saúde”.
Sobre as Parcerias Público Privadas, os diretores explicaram que tratam-se de concessões e que são alternativas de financiamento de projetos por meio de investimento privado no desenvolvimento e avanço tecnológico das infraestruturas públicas, cuja remuneração ocorre ao longo do tempo e encontra-se atrelada à prestação de serviços. Atualmente é possível evidenciar a existência de mais de 280 contratos de parcerias na área da saúde, em países como Alemanha, Austrália, Canadá, Chile, Espanha, Finlândia, França, Itália, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido e Suécia.
O modelo de PPP pretendido e que teve aval do Conselho de Administração do GHC para início dos estudos é conhecido, na linguagem sanitária, como serviços “bata-cinza”. Compreendendo a construção e gestão privada dos serviços de apoio, tais como: manutenção, segurança, limpeza, conservação, hotelaria, lavanderia, jardinagem, recolhimento de resíduos sólidos e estacionamento, mantendo a assistência e profissionais do GHC.
Para o diretor administrativo e financeiro, Moises Prevedello, a Parceria Público Privada pensada para o Hospital Fêmina “visa entregar para os colaboradores uma estrutura mais moderna e adequada ao trabalho e trazer para o SUS as melhores experiências de qualidade vivenciadas no âmbito da gestão privada”.
Os próximos encaminhamentos, com a chegada dos técnicos do BNDES, devem contemplar reuniões ordinárias com toda a comunidade do Hospital Fêmina. Momento em que serão mapeadas todas as necessidades e demandas dos colaboradores, com vistas à ampla e aprofundada análise técnica para viabilidade da parceria.