Nessa quarta-feira, 10 de outubro, foi comemorado o Dia do Médico Intensivista. Responsáveis pelo suporte a pacientes em estado grave, com necessidade de acompanhamento ou na reabilitação pós-cirúrgica, enfrentaram desafios ainda maiores na pandemia, já que a demanda por leitos cresceu e o número de profissionais capacitados não.
Segundo o coordenador da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Conceição (HNSC), médico intensivista Luiz Gustavo Marin, o HNSC conta com 71 profissionais da área. Ele relata que, ao longo dos últimos anos, a especialidade cresceu, se consolidou e avançou suas tecnologias, como a capacidade de suportar pacientes com falências orgânicas, tanto pela melhora dos dispositivos, quanto pela segurança do tratamento. Além disso, em Porto Alegre, houve avanços na capacidade de dispositivos de assistência extracorpórea para pacientes com problemas cardíacos e/ou pulmonares graves.
Para Marin, a presença do intensivista faz a diferença na vida do paciente grave, desde a tomada de decisão até a gerência do fluxo de atendimento. "A recuperação desse paciente depende de um leito de terapia intensiva e de uma equipe capacitada para cuidá-lo", relatou o especialista que atua na área desde 2013.
O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) parabeniza todos os médicos intensivistas da instituição.
Créditos: Bárbara Machado