Período: 08 de agosto a 09 de setembro, nos postos de saúde do GHC e do município
No dia 20 de agosto (sábado) será o Dia D, no horário das 8h às 17h
Público-alvo
Pólio: 1 ano a menores de 5 anos
Multivacinação: menores de 15 anos
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave, que afeta o sistema nervoso e provoca paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A estratégia de vacinação contra poliomielite é um grande desafio, e devem ser feitos todos os esforços para alcançar a meta e garantir a manutenção do país livre da doença.
A multivacinação também é uma estratégia do Ministério da Saúde adotada desde 2012, onde são oferecidas todas as vacinas da rotina, com a finalidade de realizar atualização da Caderneta de Vacinação.
Os principais objetivos das campanhas são oportunizar o acesso a todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunizações, melhorar as coberturas vacinais, contribuindo na redução da incidência, controle, eliminação ou erradicação das doenças imunopreveníveis.
Organizar estratégias em nível local, como busca ativa dos faltosos, divulgação e sensibilização da população quanto à importância da vacinação e da atualização da situação vacinal em todas as fases da vida (criança, adolescente, adulto e idoso) e em situações específicas, onde são necessárias as vacinas Especiais, administradas nos CRIES, é fundamental para a promoção da saúde de todos.
Vacinar é necessário e seguro, tanto para a criança individualmente, que passa a ter um risco muito menor de contrair determinadas doenças, quanto para a comunidade como um todo, evitando a ocorrência de surtos. O risco de adquirir sarampo, por exemplo, durante um surto pode ser 35 vezes maior em uma pessoa não vacinada do que em uma pessoa vacinada.
Muitas vezes, ocorre atraso nas vacinas ou até mesmo a sua não realização pela crença que o risco de contrair a doença é muito baixo, medo de efeitos colaterais, dor no local da aplicação ou até por não confiarem nas vacinas ou nos serviços de saúde.
Recomenda-se que os pais ou responsáveis expressem e discutam suas dúvidas e temores com os profissionais de saúde, assim, mais esclarecidos, possam vacinar seus filhos e protegê-los de doenças imunopreveníveis.
Créditos: Maristela Michelon e Maria Lucia Medeiros Lenz