Grupo Hospitalar Conceição ancora
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20.06.2023 DIA DO VIGIA

Uma homenagem aos profissionais que são a porta de entrada do GHC

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Equipe do Hospital Fêmina.
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Equipe do Hospital Cristo Redentor.

Nesta terça-feira, 20 de junho de 2023, o Grupo Hospitalar Conceição parabeniza e homenageia seus 116 vigias, em comemoração ao Dia do Vigilante. Esses profissionais desempenham um papel fundamental na segurança e bem-estar de pacientes, funcionários e visitantes, garantindo tranquilidade em meio a um ambiente muitas vezes desafiador.

Para contar um pouco de como é trabalhar nesse posto, nós recebemos os depoimentos de três vigias do GHC, uma do Hospital Cristo Redentor, outro do Hospital Fêmina e um terceiro do Hospital Nossa Senhora da Conceição.

Fabiana Godoy, trabalha no GHC há mais de 17 anos, onde já esteve nos três hospitais citados. Ela revelou que sente que os vigias são tão valorizados pelo Grupo quanto qualquer funcionário, pois considera que todos são uma equipe só, logo, se um está fazendo bem seu trabalho todos estão. “Como o hospital Cristo Redentor é de assistência ao trauma agudo, nós somos as primeiras pessoas que os acompanhantes dos pacientes vêem, então temos que ser acolhedores e manter a calma para amenizar o nervosismo das pessoas, para que elas possam dar entrada ao hospital".

Frederico Neves, 13 anos de casa, já trabalhava na área antes de prestar o concurso do GHC. Para ele, os vigias são de extrema importância para o bom funcionamento das rotinas pertinentes à segurança e atendimento inicial aos usuários e, embora algumas pessoas não dêem o reconhecimento devido aos funcionários dessa área, a maioria entende o quão fundamental é o seu papel para manter a segurança de quem frequenta os hospitais.

Delmar Oliveira Penteado está há ainda mais tempo trabalhando no GHC. Ele entrou em 1991, há 32 anos, mas, diferente de Fabiana e Frederico, todas as suas mais três décadas de experiência foram no Hospital Conceição. Ele relembra as dificuldades enfrentadas pela categoria durante o período de pandemia: “O primeiro ano foi o mais complicado porque o isolamento e a covid-19 nos pegaram de surpresa. Ninguém estava realmente preparado para aquilo”.

Créditos: Patrick Almeida e Vitor Jacques.