Nesta segunda-feira, 27 de novembro, em alusão ao mês da Prematuridade, o Hospital Fêmina, que é referência em gestação de alto risco, realizou o Simpósio da Prematuridade em Evidência. O evento ocorreu no Auditório JahyrBoeira de Almeida, no Centro Administrativo GHC. A proposta foi fazer uma reflexão tanto a respeito da rede de atendimento, quanto da qualificação dos trabalhadores a partir de experiências.
“Estamos na fase de definição dos nossos projetos, objetivos estratégicos e metas, que tem a única finalidade de permitir mais acesso e qualidade à população. O GHC, além de defender o SUS, precisa ser um indutor da organização do sistema de saúde. Estamos organizando a instituição para receber as demandas que chegam em nossas portas, que são cada vez mais graves”, explicou o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello.
Entre os temas abordados durante o simpósio, foram discutidos os “Direitos dos pais e crianças prematuras”, “Pequenas ações, grande impacto: contato pele a pele imediato para todos os bebês em todos os lugares”, “Panorama do Método Canguru no âmbito do Ministério da Saúde” e “A experiência de cuidado do Banco de Leite Humano do Hospital Fêmina”.
A mesa de abertura foi composta, além do diretor-presidente, pelo diretor administrativo e financeiro do GHC, João Motta, pela deputada federal Maria do Rosário, pelo gerente de Administração do Hospital Fêmina, Cláudio Silva, pelo gerente de Unidades de Internação do Hospital Fêmina, João Pedro Hoefel, pela fundadora e diretora executiva da ONG Prematuridade, Denise Suguitani, e pela representante do Conselho Gestor do Hospital Fêmina Rosa Helena Mendes.
Créditos: Marianna de Azevêdo (texto e fotos)