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22.03.2024 DIA INTERNACIONAL DE LUTA PELA ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL

Documentário sobre a vida de mulheres encarceradas é exibido no GHC

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Diretores do documentário Renato Dornelles e Tatiana Sager.
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Da esquerda para a direita, Júlia Fogaça, Renato Dornelles, Tatiana Sager, Renata Lopes e Júlia da Cunha.
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A diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC, Quelen da Silva, saudou o público.
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Público foi formado por trabalhadores, residentes e jovens-aprendizes.

O dia 21 de março é conhecido por ser o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. A Gerência de Participação Social e Diversidade do Grupo Hospitalar Conceição, por meio da Comissão Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Ceppir), promoveu em alusão a data, na tarde dessa quinta-feira, 21 de março, o 1º Cine Debate com a exibição do documentário “Olha pra elas”, no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, no Centro Administrativo GHC. A obra retrata histórias de vida de mulheres que se encontram aprisionadas pelos mais diversos motivos.

O evento foi aberto para trabalhadores, residentes e jovens-aprendizes e também contou com a presença da diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação do GHC, Quelen da Silva, do gerente de Participação Social e Diversidade do GHC, Eduardo Russomano Freire, da gestora da Gerência de Participação Social e Diversidade do GHC Renata Lopes e da presidente da Ceppir-GHC, Júlia da Cunha.

“Falar de saúde é falar de todas as possibilidades, acessos e tudo que é importante para manter o bem-estar da população. Quando pensamos no lugar penitenciária e de todas as dificuldades que as apenadas enfrentam, acaba sendo a mesma dificuldade que a gente vê na nossa sociedade, ainda mais quando são mulheres negras, tendo problemas como: falta de informação, falta de uma sentença mais adequada e justa”, enfatizou Renata Lopes.

Logo após o documentário, foi realizada uma mesa de debate com a participação da presidente da Ceppir, Júlia da Cunha, dos diretores da obra, Tatiana Sager e Renato Dornelles, e da produtora Júlia Fogaça. Na ocasião, aproveitaram para realizar uma reflexão sobre saúde no sistema carcerário feminino, a solidão da mulher em cárcere e sobre políticas públicas voltadas à garantia de direitos humanos para as mulheres que sofrem dessas discriminações.

Créditos: Sthefany Canez (texto e fotos)