O Grupo Hospitalar Conceição vem adotando diversas medidas para enfrentar as consequências à população causadas pelo desastre ambiental, social e econômico que se abateu sobre o RS no mês de maio. Sendo o principal grupo federal de assistência à saúde 100% SUS, o Grupo atende em média mais de 560 mil pessoas/ mês que são moradores de Porto Alegre, Região Metropolitana e do interior para diversas especialidades.
Com a chegada do inverno e o aumento das doenças respiratórias graves, acrescidas das doenças provocadas pelas inundações e a destruição de hospitais e unidades básicas de saúde na Região Metropolitana, a expectativa é haver um aumento expressivo de pessoas à procura de atendimento pelo SUS, na capital. Com isso, o Grupo vem adotando medidas preventivas para atuar com eficiência no cenário que se desenha. Em todos os invernos se repetem crises no sistema de saúde do RS, onde as emergências dos hospitais, principalmente da rede pública, vivenciam superlotações em praticamente todas as unidades, além dos postos de saúde e pronto atendimento.
Neste cenário, o Grupo Hospitalar Conceição vem reforçando a assistência à saúde com a abertura de 120 novos leitos entre clínicos e UTI Intermediária Pediátrica e Neonatal; contratação de 890 profissionais para reforçar o atendimento emergencial às vítimas das enchentes; contratação de profissionais médicos por tempo determinado, conforme permite a legislação e é instrumento utilizado por outras redes hospitalares. As contratações emergenciais têm o objetivo de ampliar a capacidade de atendimento às vítimas e à população em geral, além de reforçar a rede de atenção no período do inverno.
Ao contrário do que vem sendo veiculado por entidades médicas em grupos e redes sociais, o Grupo Hospitalar Conceição está selecionando médicos em caráter temporário mediante a apresentação de registro profissional e experiência comprovada em atuação clínica. Cabe ressaltar que o Grupo Conceição vem chamando os aprovados no cadastro de contratação emergencial, mas, infelizmente, tem ocorrido a desistência de profissionais médicos no momento de assumir suas funções, o que exige da instituição a adoção de outras medidas para garantir a assistência necessária. A prioridade no processo de contratação de profissionais sempre é, em primeiro lugar, a seleção por concurso público. Não sendo possível a contratação por esse caminho, o GHC acionará os meios legais cabíveis. A instituição não permitirá a desassistência à população por falta de médicos.
Além disso, todo e qualquer profissional que atue na assistência médica deve receber periodicamente o acompanhamento e a fiscalização do Sindicato Médico do RS e do Conselho Regional de Medicina. A contratação desses profissionais, ainda que por tempo determinado, cumpre todas as exigências legais e clínicas para o desempenho de suas funções. A instituição não poupará esforços para atender a população com qualidade e a urgência que a situação exige. A verdade faz bem à saúde!
Créditos: Grupo Hospitalar Conceição