Em prática desde a segunda quinzena do mês de maio, o protocolo adotado pelo HCC visa a uma melhor experiência para os pacientes autistas. Ele consiste em uma sinalização, em forma de um pequeno quebra cabeça, que identifica a criança autista como prioritária, colocando-a no topo da lista de atendimento dentro da sua classificação no Protocolo de Manchester. Este símbolo aparece ao lado do nome da criança e faz com que o médico priorize o seu atendimento.
Além disso, foi criado um “espaço de descompressão”, onde os acompanhantes podem ir com os seus filhos para evitar estímulos excessivos de luz e som enquanto aguardam atendimento. Esse espaço já está em uso e será qualificado ao longo do ano com painéis sensoriais e novas acomodações, semelhante aos que existem nos aeroportos.
A gerente de Internação do HCC, Laís Garcia, expressa que "esse tipo de ação evita crises nas crianças autistas em nossas salas de espera e, assim, a experiência fica menos traumática e mais humana pra esses pacientes".
Créditos: Texto: Lorenzo Mascia. Imagem: Diego Girú