Nesta quarta-feira, 26 de fevereiro, ocorreu, no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, a assinatura do termo de cooperação do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) com a Associação Cozinha das Pretas e co-participantes. A ação visa dar apoio ao funcionamento das cozinhas e hortas comunitárias, trabalhando um amplo projeto de Segurança Alimentar e Nutricional para os usuários do Sistema Único de Saúde.
A presidente da Associação Cozinha das Pretas, Ana Paula da Silva, reforçou a importância do trabalho conjunto para reafirmar a necessidade de mais políticas públicas que atuem no combate à fome. “A Cozinha das Pretas é um projeto de socialização com a comunidade do entorno da Unidade de Saúde Santíssima Trindade, do GHC”, comenta.
O diretor Administrativo e Financeiro do GHC, João Constantino Pavani Motta, destacou a importância da instituição incentivar projetos relacionados à segurança alimentar e nutricional. Na mesma linha, o diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, explica que iniciativas que combatem a fome são consideradas essenciais pelo GHC, na perspectiva da atenção integral à saúde.
O GHC apoia a Associação Cozinha das Pretas no intuito de construir uma rede de entidades capaz de atender às necessidades relacionadas à estrutura física, formalização jurídica, boas práticas operacionais e/ou fornecimento de gêneros alimentícios. Além da cooperação com a Cozinha das Pretas, o GHC busca desenvolver outras ações como a orientação nutricional aos trabalhadores, a aquisição de alimentos da agricultura familiar.
Também participaram do evento a diretora de Inovação, Gestão do Trabalho e Educação, Quelen Tanize Alves da Silva, o gerente de Participação Social e Diversidade do GHC, Eduardo Russomano Freire, e o superintendente Regional da Conab no RS, Glauto Lisboa Melo Júnior, além de trabalhadores da instituição e jovens aprendizes.
A Associação nasceu de esforços individuais em um grupo de mulheres no bairro Santa Rosa de Lima, próximo ao Porto Seco, na zona norte da capital. Durante o período das enchentes em 2024, foram produzidas mais de 500 refeições para desabrigados. Nesse momento, percebeu-se a necessidade de manter a iniciativa.