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09.10.2025 OUTUBRO ROSA

Evento científico debate inovações e tecnologias para a prevenção e tratamento do câncer de mama no GHC

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Evento ocorreu no auditório do Centro de Oncologia e Hematologia do GHC.
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Paineis abordaram inovações no tratamento do câncer de mama na instituição.
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Avanços nos números da Mastologia foram apresentados.
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Evento foi direcionado à profissionais de saúde.
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Profissionais destacaram importância do acolhimento no tratamento.

Seguindo a programação do Outubro Rosa do Grupo Hospitalar Conceição, foi realizado nesta quarta-feira, 8 de outubro, um evento científico para debater inovações e tecnologias para a prevenção e tratamento do câncer de mama. A abertura contou com a presença da gerente de Unidades de Internação do Hospital Nossa Senhora da Conceição, Lana Catani, da assistente de coordenação ambulatorial do Conceição, Gorete Perisoli Machado, da coordenadora do Serviço de Mastologia do Conceição, Francine Nyland, do coordenador do Serviço de Mastologia do Hospital Fêmina, Andrei Reginato, e da oncologista clínica e responsável técnica da Oncologia do Centro de Oncologia e Hematologia (COH) do GHC Christina Oppermann.

Após a abertura, a coordenadora do Serviço de Mastologia do Hospital Conceição, Francine Nyland, realizou uma palestra sobre a análise de um ano de inovação e expansão no combate ao câncer de mama no GHC. Além de apresentar números de atendimentos, cirurgias e biópsias realizadas no último ano, Francine destacou a ampliação da Oferta de Cuidados Integrados (OCI), conjunto de procedimentos que aceleram a obtenção de um diagnóstico e a elaboração de um plano de tratamento para os usuários. De acordo com a mastologista, no último ano, 90% das biópsias tiveram resultados divulgados em até cinco dias. A realização de reuniões de debate sobre casos clínicos, chamadas de “Tumor Boards”, também está entre os feitos da equipe de Mastologia do GHC neste período.

O segundo painel foi ministrado pela enfermeira do Ambulatório de Mastologia do Hospital Conceição Giovana Pagiarin, a enfermeira assistente de coordenação do Centro de Oncologia e Hematologia do GHC, Janaína Ferrari, e a coordenadora de Enfermagem do COH, Elisabete Stork. As profissionais destacaram a importância do acolhimento às pacientes com câncer de mama nos ambulatórios de Mastologia do GHC. Entre os principais avanços na área no último ano está a ampliação da realização de teleconsultas de enfermagem para pacientes, o que, segundo as profissionais, incentiva a adesão dos usuários ao tratamento.

Após o intervalo, as fisioterapeutas Thaís Tonello e Aline Tarta Zwick explicaram o que são os grupos pós-operatórios de fisioterapia e como eles contribuem para a recuperação das pacientes. Em seguida, a residente de Nutrição do Centro de Oncologia e Hematologia realizou a palestra “Álcool e câncer de mama”, desmistificando crenças que relacionam a alimentação à ocorrência de doenças.

Demonstração de discussão de casos

Para demonstrar como são as reuniões de discussão de casos clínicos reais realizadas semanalmente na Mastologia do GHC, a mastologista Francine Nyland comandou uma mesa que simulava os chamados “Tumor Boards”. A reunião teve a participação da radiologista do Hospital Conceição Mara Marins Vieira Coelho, das oncologistas clínicas do Centro de Oncologia e Hematologia Christina Opermann, Sabrina Bedin e Mauren Sales, da radioterapeuta do COH Juliana Divita, das mastologistas do Hospital Conceição, Isis Mendes Barbosa, e do Hospital Fêmina, Juliane Dal Vesco e do patologista do Hospital Conceição Christiano Ponzoni.

Para finalizar o evento, a psicóloga Eliana Bender expressou a importância do acompanhamento psicológico durante o tratamento do câncer de mama.

Este foi o primeiro evento científico realizado pelo GHC em alusão ao Outubro Rosa, o que gerou satisfação dos organizadores e participantes. A mastologista Francine acredita que ações como essa contribuem para a integração das equipes e o consequente aperfeiçoamento do atendimento aos usuários. “A gente sempre aprende. As outras equipes estão trabalhando incansavelmente como a gente, mas, quando trocamos informações, sempre vem a somar. É um caminho que temos que seguir: que seja o primeiro de vários eventos assim”, finalizou a médica.

Créditos: Elisa Heinski.