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26.05.2026 FEMINICÍDIO ZERO

GHC inaugura Banco Vermelho na US Santíssima Trindade

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O GHC já conta com Bancos Vermelhos nos hospitais Conceição, Cristo Redentor e Fêmina, além da US Sesc e do CAPS AD.
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O objetivo da ação é chamar a atenção da sociedade para a violência contra as mulheres, promovendo sensibilização e reflexão entre as pessoas que passam ou são atendidas na unidade.

Nesta segunda-feira, 25 de maio, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) inaugurou um novo Banco Vermelho, desta vez na Unidade de Saúde Santíssima Trindade. O banco faz parte de uma série de ações do GHC que reforçam o compromisso da instituição com a promoção da saúde e dos direitos das mulheres, além do enfrentamento às violências baseadas em gênero. O GHC já conta com Bancos Vermelhos nos hospitais Conceição, Cristo Redentor e Fêmina, além da US Sesc e do CAPS AD.

A iniciativa foi organizada pela Gerência de Atenção Primária à Saúde (GAPS) e pela Rede de Assistência Humanizada às Mulheres em Situação de Violência (Re-Humam) do GHC. Estiveram presentes a gerente de Atenção Primária à Saúde do GHC (GAPS-GHC), Gerusa Bittencourt, a coordenadora da Re-Humam, Débora Abel, o assistente de coordenação da US Santíssima Trindade, Felipe Borges, e o psicólogo e a médica da unidade, João Pinheiro e Carla Teixeira, respectivamente.

Em sua fala, Gerusa Bittencourt ressaltou a importância da iniciativa, tendo em vista que, em 2026, o Brasil enfrenta um recorde de feminicídios antes mesmo do fechamento do primeiro semestre do ano. “Estamos com um número de casos muito expressivos. Precisamos trabalhar e divulgar esse assunto. Que o banco vermelho possa, além de um símbolo, demarcar também como a gente se posiciona frente à violência contra as mulheres. É neste SUS que a gente acredita”, afirmou.

O Banco Vermelho

O objeto é uma intervenção artística semelhante a um banco de praça, pintado na cor vermelha, que simboliza o sangue das vidas perdidas pelo feminicídio, mas também representa um sinal de “pare”. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a violência contra as mulheres, promovendo sensibilização e reflexão entre as pessoas que passam ou são atendidas na unidade.

Créditos: Rafael Macchi (texto).