Grupo Hospitalar Conceição ancora
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01.03.2012 ____VIOLÊNCIA

NHE promoveu Capacitação em Vigilância Epidemiológica de Violências

Objetivo do evento foi preparar os trabalhadores da área da saúde para que detectem e notifiquem casos suspeitos ou confirmados de violência
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Nery paes garantiu contribuição do GHC no processo de vigilância e identificação da violência.
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Portaria 104 do Ministério da Saúde motivou capacitação.

Terminou nesta quinta-feira, 1° de março, a Capacitação em Vigilância Epidemiológica de Violências, promovida pelo Núcleo Hospitalar de Epidemiologia do Hospital Conceição (NHE-HNSC). O evento ocorreu no mezanino da instituição e contou com a presença de Carlos Eduardo Nery Paes, diretor-superintendente do Grupo Hospitalar Conceição, Neio Lúcio Fraga, diretor técnico do GHC, Anderson Lima, coordenador-geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, Jeanice Cardoso, coordenadora dos Núcleos de Vigilância Epidemiológicos Hospitalares do Rio Grande do Sul, Paulo Bobek, gerente de Internação do Hospital Conceição, e Ivana Varella, coordenadora do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia do HNSC e do Hospital Criança Conceição.

O objetivo dessa capacitação, destinada a enfermeiros e técnicos em saúde do GHC, foi preparar os trabalhadores da área para que detectem e notifiquem casos suspeitos ou confirmados de violência, de acordo com a portaria 104, de 25 de janeiro de 2011, do Ministério da Saúde, que incluiu a violência como um agravo de notificação obrigatória pelos profissionais de saúde. Nas palavras de Ivana Varella, “nós temos que nos preocupar em cumprir a portaria 104 e estamos aqui para atingir este objetivo, detectar o tamanho do problema”. Para isso, os técnicos em Vigilância em Saúde de Violências Andréia Volkmer e Fernando Faraco falaram sobre os tipos de violências, como detectá-las e como notificá-las.

Dos 85 participantes, muitos expuseram questionamentos e histórias que agregaram ao debate. O superintendente do Grupo, Carlos Eduardo Nery Paes, lembrou que o GHC tem uma relação íntima com o processo de desenvolvimento de epidemiologia e com a possibilidade de qualificação da vigilância. “O que nós pudermos fazer para contribuir com esse processo de vigilância associado com o de identificação, nós faremos”, afirmou.

Créditos: Nathalie Sulzbach