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09.03.2012 CONFRATERNIZAÇÃO

Grenal das trabalhadoras do GHC no Dia Internacional da Mulher

Internacional vence o clássico de 8 de março, disputado em quadra de grama sintética no Zequinha

Enquanto a presidenta da República fazia pronunciamento à nação brasileira por ocasião do Dia Internacional da Mulher, uma dúzia de trabalhadoras do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) celebrava a data, disputando um Grenal no Esporte Clube São José, na Zona Norte de Porto Alegre. Vestidas a rigor com uniformes oficiais do Grêmio e do Internacional, cedidos especialmente para o clássico de 8 de março, as funcionárias deram o ponta-pé inicial exatamente às 19h10min, horário em que Dilma Rousseff entrava em cadeia nacional de rádio e TV para falar da história de lutas pela valorização da mulher.

Segundo o dito popular, futebol é uma caixinha de surpresas. O que ninguém imaginava é que as meninas do Internacional iriam aplicar uma goleada de quatro a um nas suas adversárias. Até pouco antes do início da partida, as coloradas tentavam completar a equipe enquanto as meninas do tricolor da Azenha faziam aquecimento e trocavam passes na grama artificial do Zequinha, com time completo, banco de reservas e treinador. Cabe salientar que o resultado não foi o retrato fiel do que se viu em campo. Apesar da derrota, o Grêmio jogou bem, mas infelizmente foi surpreendido por uma velha máxima do futebol: quem não faz, leva!

A superioridade colorada foi um detalhe, mas como no mundo da bola o inusitado e o inesperado é que determinam os fatos, não poderia ter sido diferente: por essa ótica o Internacional venceu com tranquilidade.
Enquanto as trabalhadoras do GHC mostravam garra e determinação em campo, a presidenta fazia algumas reflexões sobre universo feminino. “A luta pela valorização da mulher é um dever de todos: brasileiras e brasileiros de todas as classes, de todos os credos, de todas as raças e de todas as regiões do país”, afirmava. Dilma lembrou que o Brasil tem 97 milhões de mulheres, o que representa 51% da população e que 40% das nossas famílias brasileiras são chefiadas atualmente por mulheres, quando, dez anos atrás, não passavam de 25%.

Ao final do clássico, reunidas no centro do gramado, as duas equipes celebraram a data, ressaltando a série de vitórias e conquistas das mulheres no mundo e em especial no Brasil (no GHC, o período de licença maternidade já é de 180 dias). Todas as mulheres sabem que o jogo não terminou e que há muita luta pela frente, como disse a presidenta em seu pronunciamento: “Nos últimos anos, a taxa de desemprego feminino vem caindo com mais força, mas ocupamos apenas 45% das vagas de trabalho disponíveis, e continuamos recebendo menos que os homens pelo mesmo trabalho realizado. Isso tem que melhorar”, afirmou a presidenta.

Créditos: Alexandre Costa