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03.08.2012

Sindihospa esclarece sobre lixo hospitalar

Os resíduos hospitalares encontrados na cidade de Novo Hamburgo no dia 31 de julho de 2012, identificados pela Secretaria de Meio Ambiente (SEMAM) daquele município como sendo originários de vários hospitais de Porto Alegre, são RECICLÁVEIS. Esta foi a constatação dos profissionais dos hospitais notificados após visita técnica à Usina de Reciclagem, em Novo Hamburgo, nesta quinta-feira, dia 2 de agosto.

Portanto, informamos que foram detectados apenas RESÍDUOS RECICLÁVEIS, sem nenhuma mancha de sangue ou outro material biológico, em fardos, demonstrando já terem sido triados.

Cabe lembrar que os hospitais de Porto Alegre realizam o gerenciamento de seus resíduos obedecendo a legislação vigente, RDC nº 306/2004 da ANVISA, que determina o desenvolvimento de um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). A separação dos resíduos é realizada de acordo com a sua classificação, assim como seu destino final. Diz a legislação que o PGRSS deve obedecer aos princípios da reciclagem de resíduos que não possuem contaminação, seja ela química ou biológica.

Os resíduos sem contaminação que são passíveis de serem reciclados e terem aproveitamento são retirados pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre (DMLU).

Já os resíduos que apresentam contaminação biológica e química são tratados por empresa terceirizada e posteriormente dispostos em aterro sanitário.

Os resíduos encontrados durante vistoria dos hospitais não apresentam contaminação biológica ou química, sendo, na sua totalidade, embalagens usadas para esterilizar materiais cirúrgicos, frascos de soro vazios, papel grau cirúrgico que protege materiais esterilizados e demais embalagens de produtos médicos.

Estes resíduos recicláveis não oferecem risco à saúde pública ou ao meio ambiente, desde que dispostos em locais apropriados.

O Sindicato dos Hospitais de Porto Alegre (Sindihospa) está à disposição das autoridades competentes para os devidos esclarecimentos e aguarda o resultado da perícia efetuada pelos órgãos responsáveis.

Créditos: Sindihospa