Criado em 2006, o Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital Cristo Redentor faz cerca de 1.300 atendimentos de incapacidades diversas por mês. Dentre esses atendimentos, cerca de 800 são de pacientes com lesões graves, oriundos dos serviços de Neurocirurgia e Traumatologia do HCR. Para esse tipo de paciente, “é fundamental oferecer o tratamento de reabilitação de forma integral”, segundo o médico fisiatra e especialista em dor Sergio Ferreira. O serviço, que é coordenado pelo médico fisiatra Eduardo Fernandes, possui uma equipe multiprofissional em reabilitação física, formada por médico fisiatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, assistente social, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo e enfermeiro.
Com a parceria que vem sendo organizada com a Secretaria Estadual de Saúde, serão encaminhados pacientes de outros municípios para o HCR, o que “vai incrementar o serviço”, segundo Ferreira.
O setor também oferece aos funcionários e aos pacientes egressos da rede, de forma ambulatorial, a técnica da Fisiatria chamada agulhamento seco, que consiste no uso de agulhas para inativar pontos de dor. Esses pacientes possuem lesões menos graves, como, por exemplo, dores lombares e cervicais. Derli Vasconcelos, funcionário do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), passou por sessões intensivas de agulhamento seco, após sofrer uma queda e ter os músculos do ombro contraídos. “Valeu a pena. Hoje não sinto mais o desconforto doloroso. Agora posso colocar até a mão na cabeça”.
Créditos: Nathalie Sulzbach