Tiveram início nesta segunda-feira, 15 de julho, as obras de reforma da emergência do Hospital Fêmina. O objetivo é adequar os espaços para a implantação do Protocolo de Manchester no acolhimento, além tornar o atendimento mais humanizado. Para isso, durante cerca de 180 dias úteis, serão interditadas 50% da área, o que significa que dos quatro consultórios existentes no local apenas dois permanecerão funcionando nesse período. As obras ocorrerão em duas etapas, sendo a primeira nos acessos de entrada tanto de ambulâncias quanto de pacientes deambulando. A segunda etapa será no restante da emergência.
Conforme a coordenadora dos Serviços de Apoio Administrativo do Hospital Fêmina, Eugênia da Costa, serão priorizados os casos de emergência obstétrica e ginecológica. Casos de menor gravidade como testes de gravidez, irregularidades menstruais, corrimentos e pruridos serão encaminhados aos postos de saúde. Ela alerta também para a alteração de fluxos: durante as obras, ambulâncias e pacientes deambulando devem acessar o hospital pelo saguão, na entrada principal.
O Protocolo de Manchester modifica a forma de acolhimento dos pacientes que chegam nas emergências e urgências, de modo a organizar o fluxo. A classificação se dá por meio de cores, ordenando os atendimentos de acordo com a gravidade de cada caso. A implantação desse sistema beneficiará as cerca de 150 pacientes atendidas por dia na emergência do Fêmina. O protocolo já é aplicado nas emergências dos hospitais Conceição e Cristo Redentor.