Grupo Hospitalar Conceição ancora
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27.09.2013 MAIS MÉDICOS

GHC pretende implantar nova faculdade de Medicina

Proposta está em estudo nos ministérios da Saúde e da Educação e é uma emenda à medida provisória 621 que tramita na Câmara e no Senado.
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Reconhecida experiência do GHC na área de medicina de família e comunidade motivou ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a propor criação do curso.

A diretoria do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) está em tratativas com os ministérios da Saúde e da Educação para sediar um novo Curso de Medicina a ser criado como parte do programa Mais Médicos do governo federal. Para isso, a iniciativa seria incluída em forma de emenda na medida provisória 621, que cria esse programa e está em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado. A previsão é de que o Curso de Medicina inicie as atividades acadêmicas em 2015.

O Mais Médicos prevê ações de resposta de curto prazo, como a inserção de médicos em municípios, principalmente, do interior do país; de médio prazo, como a ampliação e a melhor distribuição das residências médicas; e de longo prazo, como a criação de novos cursos de Medicina, priorizando a formação para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Tendo em vista a reconhecida experiência do GHC de mais de 30 anos na área de medicina de família e comunidade, não só na atenção como na formação de recursos humanos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, propôs o desafio ao Grupo de sediar o novo curso, voltado para os profissionais que queiram trabalhar no SUS. Conforme o diretor-superintendente do GHC, Carlos Eduardo Nery Paes, é necessário, primeiramente, que a emenda 621 seja aprovada e que o Grupo Conceição tenha o projeto encaminhado e aprovado pelo Ministério da Educação. “Queremos desenvolver uma proposta ousada e inovadora. A formação médica no país deve atender as necessidades da população, como, por exemplo, com a ampliação do acesso ao sistema. Queremos formar médicos para o SUS, mas principalmente médicos com qualidade”, explicou o superintendente.

A ideia do curso, voltado para a atenção básica, é que os alunos tenham aulas teóricas e práticas em instituições estrangeiras, nos moldes do programa Ciência Sem Fronteiras. Eles também atuariam em uma unidade básica de saúde desde as primeiras semanas de aula, como já ocorre na faculdade de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul em Passo Fundo. Modelo este que foi montado com o auxílio do GHC.

Créditos: Andréa Araujo