Com o objetivo de conscientizar os funcionários do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) os malefícios do cigarro, a Comissão de Controle do Tabagismo da instituição promoveu nesta sexta-feira, 8 de novembro no auditório do Instituto da Criança com Diabetes (ICD), uma sessão de cinema na qual foi apresentado o documentário “Fumando espero”, com direção de Adriana Dutra. O filme, com duas horas de duração, mostrou a evolução do consumo do cigarro, desde sua criação, passando pelas transformações nos hábitos de consumo e omissão da indústria quanto ao seu malefício. A exibição lotou o auditório do ICD, com a participação de mais de cem pessoas.
Para a presidente da Comissão de Controle do Tabagismo, Marcelina Bauerfeldt, é possível viver sem fumar, e o GHC trabalha constantemente a prevenção do uso de tabaco na área hospitalar. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 17% dos brasileiros se declaram fumantes. Aproximadamente 5% destes são do Sul, deixando a região com o maior número de fumantes no país. A pesquisa ainda revela que os sulistas gastam cerca de R$ 100 mensais para o sustento do vício. Segundo uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), pessoas com expectativa de vida de até 80 anos de idade podem viver em média cinco anos a menos, caso desenvolvam um câncer associado ao cigarro.
Créditos: Richard Borges