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29.10.2014 DIA MUNDIAL DE COMBATE AO AVC

GHC alerta para os fatores de risco e a importância da prevenção ao AVC

No Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), o diretor Técnico do GHC, Paulo Ricardo Bobek, adverte para a necessidade de prevenção e dos cuidados com os fatores de risco.
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Diretor Técnico do GHC, Paulo Ricardo Bobek, adverte para os fatores de risco: a idade, obesidade, sedentarismo, diabetes, hipertensão arterial, aumento da taxa de triglicérides, colesterol no sangue e o abuso de álcool, fumo e drogas ilícitas.

A cada seis segundos uma pessoa morre no mundo vítima de AVC. No Brasil essa é a primeira causa de morte e incapacidade. O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) adverte a população sobre os fatores de risco da doença e as melhores formas de preveni-la.

O AVC ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. Popularmente conhecido por derrame cerebral, o AVC pode ser fatal ou deixar seqüelas irreversíveis.

O diretor Técnico do GHC, Paulo Ricardo Bobek, alerta que os maiores fatores de risco são a idade, obesidade, sedentarismo, diabetes, hipertensão arterial, aumento da taxa de triglicérides, colesterol no sangue e o abuso de álcool, fumo e drogas ilícitas. “Há uma Linha de Cuidado do AVC implantada no Município de Porto Alegre, em que 40% dos casos atendidos pelo SAMU são direcionados para a emergência do Hospital Conceição. Os pacientes com indicação de trombólise (uso de medicamento para desfazer a desobstrução vascular), em 60% dos casos obtivemos êxito. Ou seja: tiveram alta com autonomia preservada”, explicou o diretor Técnico.

No Hospital Nossa Senhora da Conceição, o serviço de neurologia conta com 19 leitos de internação, sendo que quatro destes são destinados a pacientes com necessidade de cuidados especiais (Unidade Intermediária) e dez sob uso da Linha de Cuidado do Paciente com AVC. O serviço é composto por médicos neurologistas, residentes, equipe de enfermagem, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, fonoaudiólogo. Localiza-se na unidade 2°I2 (2° andar do Conceição) e pode ser contatada pelos telefones (51) 3357-2233 ou 3357-2042.

O seguimento dos casos é feito no Ambulatório de Neurologia, que atende todos os dias da semana, com várias subespecialidades, tais como: Demência, Cerebrovascular, Cefaleia e dor, Distúrbio do movimento, Neurodegeneração. Há também o ambulatório de procedimentos (punção liquórica) – em conjunto com o serviço de Infectologia. Pacientes com diagnóstico de AVC e seus familiares participam de grupos, onde são orientados em relação aos cuidados que devem ser seguidos no domicílio (por exemplo, alimentação via sonda). Cartões de Acompanhante são fornecidos durante a internação obedecendo aos critérios institucionais de idade e dependência de cuidados. A equipe médica de neurologia compõe o grupo de atendimento ao AVC agudo na instituição (tratamento trombolítico para AVC) e protocolo de morte cerebral com plantão de sobreaviso 24 horas todos os dias (inclusive finais de semana e feriados).

HOSPITAL CRISTO
O Hospital Cristo Redentor dispõe da Linha de Cuidado AVC Hemorrágico. O serviço atua na recuperação e na reabilitação das pessoas sob cuidados neurocirúrgicos, propiciando, por meio da atuação interdisciplinar dos profissionais da equipe, agilidade e resolutividade no tratamento e reabilitação, impactando na melhoria da qualidade de vida dos usuários. De acordo com o chefe do Serviço de Neurocirurgia do Hospital Cristo Redentor, André Cecchini, o AVC Hemorrágico representa 20% dos casos, enquanto os outros 80% são de AVC Isquêmico. "Os casos Hemorrágicos são considerados mais graves e por isso o Hospital Cristo Redentor dispõe de uma equipe de plantão 24 horas, em função da necessidade da realização de cirurgias de emergência", explica Cecchini, acrescentando que o Hospital também faz atendimento dos pacientes portadores de aneurisma. “Os pacientes vítimas de AVC Hemorrágico necessitam de um maior tempo médio de internação, que é de três semanas, enquanto que para os pacientes isquêmicos o tempo médio de recuperação é de uma semana”, esclarece Cecchini.

Créditos: Alexandre Costa (texto) Mariana Ribeiro (foto)