Já estão em funcionamento a nova caldeira, com capacidade de produção de 2 mil kg de vapor por hora, e o novo tanque de óleo combustível de 10 mil litros no Hospital Cristo Redentor (HCR). A nova caldeira é bicombustível – queima óleo diesel e gás natural, sendo este o combustível principal - e substitui a que possuía 40 anos de uso e com tecnologia ultrapassada. Com isso, todas as seis caldeiras existentes no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), duas no Hospital Conceição, duas no HCR e duas no Hospital Fêmina, são bicombustíveis. O uso do gás natural é menos poluente, garantindo menor geração de fuligem e 20 a 30% menos gás carbônico. “Ganha tanto a comunidade interna como externa do GHC”, comemora o engenheiro Alexandre Tocchetto, do Serviço de Utilidades da Gerência de Engenharia e Patrimônio do GHC.
O especialista explica que o gás natural é também mais seguro. Por ser mais leve que o ar, no caso de vazamento, se dissipa na atmosfera. Outra importante vantagem que ele aponta é econômica. Se a nova caldeira do HCR queimasse somente óleo diesel, o hospital gastaria R$ 420 mil por ano. Queimando gás natural, o gasto será de R$ 220 mil no mesmo período. Tocchetto destaca ainda que os novos equipamentos oferecem maior segurança e confiabilidade operacional.
O novo tanque de óleo diesel de 10 mil litros adquirido tem a função de armazenamento deste combustível para a caldeira e para os geradores de energia elétrica. O investimento na aquisição dos dois equipamentos foi de R$ 462 mil. O funcionamento iniciou em junho último, passando por um período de testes até este momento, quando alcançaram operação plena.
Conforme Tocchetto, as caldeiras tem função vital para o GHC, pois geram vapor para a esterilização de material cirúrgico, para aquecimento de água, utilizada principalmente para banhos, e para o cozimento dos alimentos tanto de pacientes quanto de funcionários e familiares dos pacientes.
Créditos: Andréa Araujo