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27.03.2015 SAÚDE E INCLUSÃO SOCIAL

Trabalhadores do GHC visitam produtores rurais que fornecem alimentos servidos nos refeitórios da instituição

Funcionários do GHC visitaram agricultores da Coperav, em Viamão, para conhecer a origem dos produtos adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos.
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Evento foi realizado no dia 26 de março na Cooperativados Produtores de Reforma Agrária de Viamão (Coperav), em Viamão.
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Os trabalhadores do GHC visitaram as unidades de produção, hortas e agroindústria.
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Em média, a instituição fornece mais de 270 mil refeições por mês para funcionários, pacientes e seus acompanhantes, sendo consumidas mensalmente cerca de 217 toneladas de alimentos, sendo 76 toneladas de hortigranjeiros.
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O objetivo da atividade foi proporcionar aos trabalhadores um maior conhecimento sobre a produção de alimentos da agricultura familiar.

Cerca de cem trabalhadores de diversas áreas do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) participaram do Ciclo de Debates da Saúde ao Prato, realizado na quinta-feira, 26 de março, com uma visita técnica a Cooperativados Produtores de Reforma Agrária de Viamão (Coperav), em Viamão, e de um Seminário sobre Logística, Custo e Preço.

O objetivo da atividade foi proporcionar aos trabalhadores um maior conhecimento sobre a produção de alimentos da agricultura familiar. O GHC foi a primeira instituição de saúde do Brasil a aderir ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), por meio da modalidade Compra Institucional, uma iniciativa conjunta dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e de Desenvolvimento Agrário (MDA). A experiência do GHC é pioneira no país e tem servido de modelo para outros órgãos governamentais.

Após o café da manhã com produtos cultivados e preparados pela cooperativa, os trabalhadores do GHC participaram de uma roda de conversa sobre alimentação e, em seguida, uma visita às unidades de produção, hortas e agroindústria. No turno da tarde, o Seminário sobre Logística, Custo e Preço tratou de questões sobre o processo de produção e compra.

Os representantes do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) Gustavo Assis e Mayara Rocha apresentaram o Programa de Aquisição de Alimentos, do governo federal, e como ele funciona na prática. A Gerência de Materiais do GHC também fez uma apresentação sobre o Grupo. Mais tarde, as cooperativas, o Grupo Hospitalar Conceição e o MDS discutiram os custos de produção, a logística e comercialização das cooperativas. As atividades encerraram com a Sistematização de uma Política de Preços do PAA/GHC, com a finalidade de elaborar um documento acerca desta política.

Para o coordenador da Participação Cidadã, Elpídio de Souza, o encontro proporcionou uma troca. “É importante a integração entre os trabalhadores e a origem de parte dos alimentos que são consumidos e utilizados pelo GHC”, ressaltando a importância do Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal. O coordenador do Programa de Aquisição de Alimentos PAA/GHC, Richard Gomes, também destacou a importância dessa integração. “É preciso entender como funciona o processo e a geração de alimento com saúde”, explicou.

O assessor da diretoria, Alex Borba, afirmou que o GHC deve ampliar as atividades e as visitas aos produtores rurais. “Além de servir alimentos aos trabalhadores e aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de melhor qualidade, produzidos pela agricultura familiar, a iniciativa vem gerando uma economia de 10% a 15% para o GHC e contribui para a formação de uma rede produtiva e de inclusão social com atuação no campo e na cidade, ampliando e potencializando a produção agrícola no Estado e no país”, explicou, afirmando que o GHC também servirá em seus refeitórios alimentos produzidos pelas comunidades quilombolas.

Em média, a instituição fornece mais de 270 mil refeições por mês para funcionários, pacientes e seus acompanhantes, sendo consumidas mensalmente cerca de 217 toneladas de alimentos, sendo 76 toneladas de hortigranjeiros. No total, o GHC investe R$ cerca de 4,5 milhões por ano na aquisição de produtos da agricultura familiar e das comunidades quilombolas.

Créditos: Alexandre Costa e Mariana Ribeiro