O auditório do Instituto da Criança com Diabetes foi palco de debates sobre os danos do fumo na manhã desta quinta-feira (28). Organizado pela Comissão do Controle do Tabagismo no GHC, evento trouxe a temática “O profissional da saúde como modelo na luta contra o tabaco”. Além de buscar explicar a responsabilidade do profissional de saúde nesse contexto, as palestras apresentaram temas como a importância de não fumar dentro da área hospitalar e os malefícios do cigarro. A atividade é alusiva ao Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio.
Com as palestras da médica pneumologista Elaine Segura e da presidenta da Comissão de Tabagismo, Marcelina Bouerfeldt, foi solicitada a colaboração dos presentes para a ajuda nessa luta. A importância do tema, nas palavras de Elaine, vem a partir da responsabilidade dos funcionários do GHC: “A Organização Mundial de Saúde propôs para o dia 31 a discussão sobre o fumo ilegal, mas optamos por esse tema para mostrar que a postura do profissional é de um modelo”, afirma Elaine.
Na abertura do evento, a diretora-superintendente do GHC, Sandra Fagundes, ressaltou a importância desse debate. Para ela, o assunto é uma prioridade, inclusive com demanda do governo do federal: “Uma das prioridades é trabalharmos com a promoção de saúde e prevenção de doenças. Dentro disso, uma das agendas é a do tabagismo”, destaca Sandra.
Em pesquisa realizada pela OMS, estima-se que cerca de 1,200 bilhão de pessoas fumam no mundo. Dentro deste número, cerca de 6 milhões morrem por ano devido aos danos do tabaco.
Créditos: Giovanni Andrade