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30.09.2015 REDE CEGONHA

Ministério da Saúde repassa R$ 7,1 milhões para Porto Alegre

Valor será incorporado ao Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade do estado e ampliará o atendimento da rede com habilitação de 48 novos leitos de Gestação em Alto Risco

O município de Porto Alegre ganhou reforço de R$ 7,1 milhões para ampliação e melhoria dos serviços oferecidos pela Rede Cegonha, estratégia que incentiva o parto normal humanizado e intensifica a assistência integral à saúde das mulheres e crianças na rede pública. A portaria com o repasse foi publicada nessa terça-feira (29) no Diário Oficial da União.

O recurso será incorporado ao Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto Mac) do estado e do município de Porto Alegre. A verba pode ser utilizada nas ações de expansão da rede de atendimento, com habilitação de 48 novos leitos de Gestação em Alto Risco, distribuídos em quatro instituições hospitalares.

A medida está prevista no Plano de Ação da Rede Cegonha do Rio Grande do Sul e vai beneficiar o Hospital de Clínicas, o Hospital Fêmina, o Hospital Nossa Senhora da Conceição e o Hospital São Lucas (PUC/RS), todos sob a gestão da capital do estado. O valor será repassado mensalmente na ordem de R$ 595,6 mil para o Fundo Municipal de Saúde de Porto Alegre, responsável por gerenciar o recurso e distribuir para as unidades contempladas.

REDE CEGONHA - Entre as ações previstas pela estratégia Rede Cegonha, lançada em 2011, está a implantação de Centros de Parto Normal (CPN), onde a mulher é acompanhada por uma enfermeira obstetra ou obstetriz, em um ambiente preparado para que possa exercer as suas escolhas, como se movimentar livremente e ter acesso a métodos não farmacológicos de alívio da dor.

Um dos objetivos do CPN é reduzir cada vez mais a taxa de mortalidade materna e neonatal e as ocorrências de cesarianas desnecessárias na rede pública de saúde, por meio das instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde também desenvolve ações voltadas para a formação e capacitação de enfermeiras obstétricas, profissionais estratégicas para mudança no modelo de atenção obstétrico e neonatal.

As secretarias de saúde dos estados e municípios também estão contando com apoio do Ministério da Saúde para reorganizarem a rede de assistência, tanto no sentido técnico quanto no financiamento, criando estratégias e políticas de atendimento mais eficientes e ampliando leitos nas áreas de maior necessidade, como os leitos de UTI e os leitos de UTI Neonatal.

Créditos: Gustavo Frasão, da Agência Saúde (MS)