Dirigido a gestores e referências técnicas das equipes de higienização hospitalar do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), o Curso para Gestores dos Serviços de Higienização Hospitalar foi encerrado na manhã desta terça-feira, 27 de outubro. Realizada pela Gerência de Recursos Humanos, por meio da Gestão do Trabalho, Educação e Desenvolvimento, a atividade teve como objetivo promover espaço educativo e reflexivo sobre as práticas e rotinas de gestão da higienização hospitalar no cotidiano do GHC.
Durante o curso, que teve uma carga horária de 20 horas, os participantes tiveram noções de liderança, trabalho em equipe, gestão colegiada, ética nas relações de trabalho, assédio moral no trabalho, gerenciamento de serviços de higienização hospitalar, controle de infecção em ambientes hospitalares, relação de gênero, raça e direitos humanos no trabalho em saúde. As aulas ocorreram nas terças-feiras, das 8h às 12h, na Sala de Conferências e no Laboratório de Informática do Centro Administrativo GHC.
Presente no encerramento, a diretora-superintendente do Grupo Hospitalar Conceição, Sandra Fagundes, falou sobre a importância de dividir as sobrecargas das responsabilidades de gestão. “Precisamos ter alguém com quem compartilhar as dificuldades, porque lidar com o contato humano é uma das tarefas mais difíceis. Ainda mais em uma instituição hospitalar, onde há hierarquias profissionais, que muitas vezes podem reproduzir questões da sociedade para as quais precisamos estar atentos”, afirmou, em referência à necessidade de promover relações de trabalho livres de qualquer discriminação ou violência institucional. Além disso, lembrou da necessidade de construir uma boa relação entre as equipes, para que se tenha, também, uma boa afinidade com os usuários da instituição. “Nossa diretriz máxima é transparente: tudo tem que estar voltado para as necessidades do usuário. Isso está na visão, nas ações e no planejamento estratégico do GHC”, disse.
A dirigente aproveitou para citar o trabalho das comissões do GHC que buscam combater preconceitos cotidianamente e estimulou os coordenadores recém formados no curso a serem parceiros deste esforço. “Para operar a mudança, para ser acolhedor, para não ser preconceituoso, vai depender de quem está coordenando as pessoas”, instigou, sugerindo que os profissionais despertem empatia e a solidariedade uns com os outros.
Créditos: Débora Escobar e Lorenzo Leuck