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09.11.2015 INCLUSÃO

GHC e Escola Técnica Mesquita formam mais 57 Jovens Aprendizes

Implantado no Grupo Hospitalar Conceição desde 2006, o Programa Jovem Aprendiz já beneficiou mais de 1.600 jovens
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Alunos se formaram nos cursos de Auxiliar Administrativo, Atendente de Nutrição e Dietética e Auxiliar de Manutenção Elétrica e Eletrônica.
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Gestores do GHC e da Escola Técnica Mesquita participaram da cerimônia.

Na última sexta-feira, 6 de novembro, 57 alunos comemoraram a formatura dos cursos de qualificação profissional do Programa Jovem Aprendiz. A formação é oferecida pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC) em parceria com a Escola Técnica Mesquita. Na cerimônia, realizada na Escola, estiveram presentes: a assessora da diretoria do GHC Károl Cabral, que representou a diretora-superintendente Sandra Fagundes, o diretor da Mesquita, Jurandir Damin, e a coordenadora pedagógica, Claudete Souza, além de professores convidados de cada área dos cursos.

O GHC participa do Programa Jovem Aprendiz desde 2006 e já foi responsável pela qualificação profissional de mais de 1.600 alunos. Atualmente, a parceria com a Escola Mesquita viabiliza os cursos de Auxiliar Administrativo, Atendente de Nutrição e Dietética e Auxiliar de Manutenção Elétrica e Eletrônica.

O Programa

O Programa Jovem Aprendiz é uma iniciativa de desenvolvimento de política pública direcionada à juventude, relacionando o tema da educação, trabalho, renda e inclusão social. A duração dos cursos é de onze meses.

Na parceria, os jovens cursam a parte teórica na Escola Técnica Mesquita e, após, fazem a prática supervisionada no GHC. Têm prioridade para ingressar no programa os jovens encaminhados pela rede de serviços do GHC, onde são observados critérios de vulnerabilidades social como renda familiar, vítimas de violências e fatores étnico, onde são priorizados os afrodescendentes. São também avaliadas as questões de gênero, jovens mães e pais e jovens com defasagem de escolaridade. A etapa de seleção é feita com participação direta do GHC.

Os jovens que quiserem participar do programa devem ter entre 18 e 23 anos e 7 meses, estar estudando, com exceção daqueles que já concluíram o Ensino Médio, mas que não tenham registro de trabalho formal. O aprendiz recebe meio salário mínimo nacional como bolsa, vale-transporte e vale-alimentação durante todo o período do programa, tendo direito, também, a ganhar décimo terceiro. O curso é considerado uma qualificação profissional.

A contratação dos aprendizes é regulamentada pela Lei 10.097/00 e Decreto 5.598/2005.

Créditos: Débora Escobar