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07.12.2015 POLÍTICAS SOCIAIS

Painel marca abertura de estágio sobre linhas de cuidado para atenção integral às pessoas em situação de violência sexual

Atividade é organizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com as secretarias Estadual e Municipal de Saúde
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Para Sandra Fagundes (ao microfone), criar um ambiente de confiança para se falar da violência sexual é um indicador de saúde mental.
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Primeira dama e secretária estadual do Gabinete de Políticas Sociais do Estado do Rio Grande do Sul, Maria Helena Sartori (em pé), participou do evento.
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Encontro lotou auditório do Hospital Cristo Redentor.

Ocorreu, na manhã desta segunda-feira, dia 7, a abertura do estágio de imersão e de curta duração sobre Linha de Cuidado em Serviços Referência para a Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência Sexual, no auditório do Hospital Cristo Redentor. A abertura contou com o painel “Violência como prioridade de saúde pública”, que integra o estágio, organizado pelo Ministério da Saúde, em parceria com as secretarias Estadual e Municipal de Saúde de Porto Alegre. O objetivo é aprimorar as práticas de cuidado às pessoas em situação de violência sexual, em serviços de referência, buscando proporcionar a troca de experiências entre profissionais e serviços por meio de capacitação teórico-prática.

Compondo a mesa de abertura estavam a primeira dama e secretária estadual do Gabinete de Políticas Sociais do Estado do Rio Grande do Sul, Maria Helena Sartori, o secretário de Saúde Adjunto do Estado do Rio Grande do Sul, Francisco Paz, a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Fátima Ali, a diretora-superintendente do GHC, Sandra Fagundes, e a representante da coordenação geral da Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde Maria de Lurdes Magalhães.

Maria Helena Sartori ressaltou a preocupação não só com quem efetiva as violências, mas também na necessidade de se educar para não ocorrer mais estas violências: “Nós precisamos cuidar das pessoas que estão sendo agredidas e também preparar gerações para agredir menos. Se uma criança for constantemente agredida na família, ela vai incorporar aquilo com naturalidade”, afirma.

Em sua fala, a superintendente Sandra Fagundes destacou a importância de se informar esse tipo de violência e abrir o debate à cerca do tema: “A violência sexual é uma das violências que nos cala. Criar um ambiente de confiança suficiente para falar sobre isso é um dos indicadores de saúde mental que podemos construir para nossa sociedade”, explica.

O estágio consiste em visitas técnicas para conhecer os fluxos e protocolos dos serviços do GHC e do Hospital Presidente Vargas, no período de 7 a 10 de dezembro. Cinco hospitais do interior do Rio Grande do Sul conhecerão as experiências da Emergência e do Centro Obstétrico do Hospital Conceição, da Emergência, do Ambulatório e da arteterapia do Hospital da Criança Conceição e da Emergência e Hospital-Dia do Hospital Fêmina.

Créditos: Giovanni Andrade