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11.12.2015 EMERGÊNCIA

Naqh do Hospital Conceição promove encontro de encerramento do ano

Reunião avaliou avanços e desafios do Programa SOS Emergências no Hospital Conceição
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A apoiadora local do SOS Emergências, Cláudia Oliveira da Rosa, destacou pontos fortes do HNSC como a implementação à atenção ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM).
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Diretor técnico do GHC, José Fossari, participou do encontro.

Foi realizada nesta quarta-feira, 9 de dezembro, a última reunião do ano de 2015 do Núcleo de Acesso à Qualidade Hospitalar (Naqh) do Hospital Conceição (HNSC). O objetivo do encontro foi fazer uma autoavaliação no desempenho da instituição no Programa SOS Emergências, do Ministério da Saúde (MS). A reunião foi realizada na sala de conferências do Centro Administrativo GHC. Participaram da atividade representantes da área da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul, do município de Porto Alegre, do Hospital Samaritano, a direção técnica do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), a superintendência do GHC, gerentes e coordenadores do HNSC.

O Programa SOS Emergências é uma ação estratégica do MS, existente desde 2011, que tem como objetivo qualificar a gestão e o acolhimento em grandes hospitais que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS), reduzindo filas, o tempo de espera por atendimento e a taxa de ocupação de leitos. O Hospital Conceição está entre os doze hospitais brasileiros onde foi inicialmente implantado o programa. Hoje, o HNSC é referência no país.

Segundo a apoiadora local do SOS Emergências, Cláudia Oliveira da Rosa, o hospital apresentou bons avanços ao longo de 2015, como, por exemplo, o fortalecimento do Naqh, o processo de implementação à atenção ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), o fortalecimento de pactuação com a Rede, avanço na segurança dos pacientes, formação de equipes multidisciplinares na emergência e na medicina interna, implementação da ferramenta Kanban, processo de implementação de comitê de custos para controle de desperdícios, entre outros.

“É importante que façamos um exercício de autoavaliação para medir o que fizemos e o que ainda falta avançar no programa, identificar pendências e pontos críticos”, analisou Cláudia. Em aproximadamente dois meses, deve ocorrer a avaliação oficial do Ministério da Saúde.

Créditos: Débora Escobar