Para marcar o Mês da Mulher, o Hospital Fêmina (HF) promove uma série de atividades durante março, especialmente na área científica com o Programa de Integração da Residência Médica. Como parte desse programa, foi realizada nesta quarta-feira, 16, no auditório do hospital, a palestra ‘Os limites do tratamento curativo e futilidade terapêutica’, ministrada pela médica gineco-obstetra Luciana Campos, do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Conceição.
A conversa versou sobre a visão mais avançada de cuidados paliativos, buscando conforto da paciente e da família, o respeito à religiosidade e à cultura, a necessidade de abordagem multiprofissional desses casos, a análise criteriosa de recursos, observando o custo-efetividade e indicadores de qualidade na área, tais como a indicação de UTI sem possibilidade de mudança de desfecho do caso.
O coordenador da UTI do Hospital Fêmina, Rogério Fernandes, também participou da atividade, além gestores, médicos, preceptores, residentes e equipe de enfermagem.
Já no dia 15, o tema abordado foi ‘Radiologia Intervencionista Contemporânea em Gineco-Obstetrícia’, com o radiologista Steffan Frosi Stella, do Grupo Hospitalar Conceição e atualmente em pós-doutorado em Radiologia Intervencionista na cidade de Hamilton, Canadá.
O médico falou sobre tratamento mais conservador de pacientes ginecológicas com sangramento ou miomas que causam desconforto ou mesmo compressão de outros órgãos, utilizando a embolização da artéria uterina. Essa técnica apresenta bons resultados e menos intervenção nas pacientes, reduzindo, assim, sangramentos e em cerca de 50% o tamanho das tumorações.
A programação científica segue até o dia 31, no auditório do HF, com diversas palestras.