A diretora-superintendente do GHC, Sandra Fagundes, participou da conferência de abertura do 12º Mental Tchê, em São Lourenço do Sul, que ocorre todos os anos pela luta antimanicomial. Ela abriu, pela manhã, a primeira mesa, que abordou clínica e saúde mental, junto com Lumena Castro Furtado, coordenadora do programa “De Braços Abertos”, da Prefeitura Municipal de São Paulo, que trata dependência de álcool e drogas. O GHC participou, também, da mesa sobre diversidade, na qual foram tratadas questões de gênero e raça, com participação da assessora da diretoria do GHC Károl Veiga, e da mesa sobre infância, adolescência e juventude, com fala da também assessora da diretoria Carmem de Oliveira, que convocou os jovens a subirem ao palco para o debate.
Károl destaca importância da participação do GHC para os usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). “Eles têm a possibilidade de participar das diversas atividades culturais do evento, é uma oportunidade de exercer a cidadania e mostrar que eles não estão em condição de doentes ao verem outros usuários dos CAPS locais falando em público no palco ou participando de apresentações culturais, como teatro e música”, conta. O GHC vem participando das edições do evento, levando residentes e trabalhadores dos três CAPS e do Consultório na Rua, contribuindo por meio da experiência desses serviços.
Também marcaram presença trabalhadores das unidades de saúde, dos CAPS e usuários da Saúde Comunitária do GHC. Os trabalhadores participaram das Ágoras no palco principal e da Tenda de Afeto Popular, local de debate e ‘amorosidade’. Agentes comunitários de saúde realizaram troca de experiências e compartilharam sobre os grupos e atividades na área de Saúde Mental das unidades de saúde.
Compareceram ainda coletivos militantes e movimentos sociais dos municípios de Cerrito, Pelotas, Sapucaia do Sul, Guaíba, Porto Alegre, Santa Maria, São Lourenço do Sul e Rio Grande.
Créditos: Diogo Zanella