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13.09.2016 GERENCIAMENTO DE RISCO

No Dia Mundial da Sepse, conheça um pouco mais sobre a doença

Informação é importante arma na prevenção e socorro rápido

O objetivo central do Dia Mundial da Sepse, 13 de setembro, é aumentar a percepção da sepse tanto entre profissionais de saúde como entre o público leigo e, assim, priorizá-la como uma emergência médica a fim de que todos os pacientes possam receber intervenções básicas, incluindo antibióticos e fluídos intravenosos, dentro da primeira hora.

Mas afinal, o que é sepse?
A sepse era chamada antigamente de infecção generalizada ou septicemia. É uma inflamação generalizada do organismo que ocorre em resposta a uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Toda a vez em que o nosso corpo é invadido por microrganismos, o nosso sistema imunológico é ativado para combater o germe invasor. Nesse contexto, a sepse é desencadeada quando esses germes invadem a corrente sanguínea e as nossas células de defesa atacam esses agentes infecciosos, liberando mediadores químicos que provocam uma resposta inflamatória e, por isso, é habitualmente chamada de infecção do sangue, bactéria no sangue ou infecção generalizada.

Quem pode ter sepse?
Qualquer pessoa pode ter sepse, mas há pessoas que tem maior risco, tais como: idosos acima de 65 anos, crianças abaixo de um ano, pacientes com Aids, câncer, em uso de medicamentos que diminuem as defesas do organismo (quimioterápicos), portadores de doenças crônicas (diabetes, insuficiência renal, insuficiência cardíaca), usuários de álcool e drogas.

Como eu posso prevenir a sepse?
A sepse não ocorre somente em ambiente hospitalar, por isso, é importante manter o calendário de vacinação em dia, evitar a automedicação e o uso indiscriminado de antibióticos. Além disso, é fundamental a higienização adequada das mãos e cuidados com a limpeza de equipamentos hospitalares.

Como eu posso identificar a sepse?
Não existem sintomas específicos para a sepse, dessa forma devemos estar atentos às pessoas que estão passando por alguma infecção e apresentam febre, fraqueza intensa, taquipneia (respiração mais rápida), taquicardia (aceleração do coração). Se essas pessoas apresentarem também um dos sinais de alerta, tais como, sonolência excessiva, confusão mental, pressão arterial baixa, diminuição da quantidade de urina, dificuldade para respirar (falta de ar), devem procurar imediatamente um serviço de emergência ou o seu médico.

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