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01.11.2016 SOLIDARIEDADE

Doação de Sangue e Órgãos é estimulada na GMAT

Assistente social do Banco de Sangue e vice-presidente da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (Cidohtt), orientaram funcionários da Gerência de Materiais (GMAT) e responderam perguntas sobre doações.
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Conscientização sobre a importância da doação de sangue e de órgãos.
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Equipe da gerência de materiais assistindo a palestra.

A fim de conscientizar a equipe da GMAT sobre a importância da doação de sangue e de órgãos, a assistente social do Banco de Sangue, Tatiane Mello da Silva, e a vice-presidente da Cidohtt, Glacy Maria Piccinini, explicaram, nesta terça-feira, dia 1º de novembro, na nova central de logística do GHC, como ocorrem esses processos na Instituição.

Tatiane abordou o assunto desde o trabalho da captação de doadores até a infusão de sangue nos hospitais. “Ninguém é obrigado a doar, isso tem que acontecer de forma espontânea” comentou, baseada na relutância de alguns familiares de pacientes e na legislação federal que prevê a doação altruísta de sangue.

Para quem estiver interessado em doar, o Banco de Sangue do GHC necessita, com urgência, de sangue dos tipos "O" positivo e negativo, "A" negativo e "B" negativo.

Entre as condições básicas se encontram: ter entre 16 e 69 anos, acima de 50 kg, ter ingerido alimentação leve e sem gordura, nunca ter contraído hepatite, malária ou doença de Chagas, não ser portador do vírus da Aids e do HTL, não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses, não ter sido detido em instituição carcerária ou policial nos últimos 12 meses, não ter recebido sangue nem ter feito hemodiálise nos últimos 12 meses.

Glacy Maria Piccinini apresentou os processos de trabalho da Cihdott, que notifica a possibilidade de doação, conversa com os familiares do doador e dá suporte para a coleta de órgãos. Este trabalho é desenvolvido a fim de superar as negativas familiares, que chegam a 40% dos casos no GHC, inferior aos 44% da média do Rio Grande do Sul.

Créditos: Lorenzo Leuck